Tadeu Costa

el

DISEÑO GRÁFICO // Brasil

Behance

¿Por qué elegiste el diseño como una carrera en tu vida?
Sempre achei e confirmo que desenhar é escrever poesia ilustrada. Quando criança, em Cataguases (MG), no primário, percebi essa habilidade nos exercícios da escola. Na juventude, trabalhei como letrista de cartaz para o comércio, nas fachadas das lojas e na indústria de tecidos. Jovem adulto, fui para Juiz de Fora, trabalhei no Diário Mercantil como auxiliar do editor geral, montando a primeira página do jornal usando linotipia, tipo móvel e desenhos direto na fotografia, ilustração direto no fotolito; produzi muitos fanzines, cartazes para cinema… Em 1980, fui contratado pela TV Globo. Foi aí que conheci o curso de Desenho Industrial em Belo Horizonte, onde fiz o vestibular. Quando fiquei sabendo que havia passado, pedi a transferência para BH e conheci a Fundação Mineira de Arte(atual UEMG), e o curso que proporcionava duas habilidades: desenhista de produto e comunicador visual. Optei pelo comunicador visual. Aí fiquei sabendo que existia uma profissão para quem sabia desenhar. O design gráfico foi-se construindo em todas as etapas da minha formação, desde o pastup, layoutman, fotocomposição, letraset, produção gráfica, fotografia…Foi um período de descobertas e muito rico.Durante esses 36 anos, vivo 100% dessa escolha profissional no meu escritório, ilustrando, projetando livros, fôlderes, cartazes. Vivo a profissão como uma ferramenta que pode mudar a forma de pensar das pessoas e isso mudou a minha vida, bem como a escolha da carreira docente.

¿En qué medida tu crees que ser un diseñador latinoamericano te distingue y destaca de otros diseñadores en el mundo?
O continente tem uma produção regional consistente, cada país tem a sua identidade, com referências mistas e vínculos fortes da colonização. Miramos o padrão europeu, americano, asiático sem exercitar, ainda, o olhar mais fino para nossos costumes, talvez por falta do incentivo público e práticas de pesquisas científicas. A nova geração traz uma postura diferente para essa questão: sem fronteiras rígidas para o que é ou não latino, sabemos que o design é uma linguagem universal: posso adicionar os meus valores, costumes e interpretações desdobradas a partir da literatura, música, artes plásticas, engenharia, lendo autores como Alejandro Zambra, uimarães Rosa, Luiz Ruffato, Jorge Luiz Borges, Ariano Suassuna, Gabriel García Márquez… Observo que precisamos estudar mais, nos conhecermos mais para reformular essa dependência exagerada de uma aprovação externa e passarmos, então, a trocar conhecimentos com as escolas do velho continente.

¿Cómo ves el diseño en tu país?
Estamos em um momento muito favorável para a produção do design gráfico, com ações que vêm identificando para a sociedade a importância do planejamento, foco, pesquisa e o esforço para o reconhecimento da profissão. Tudo ainda modesto, mas bem aparente nos principais veículos, na paisagem urbana, nas livrarias… Hoje, a produção é um reflexo dos 58anos do curso no país, com uma disseminação de escolas em todas as regiões, descentralizando o ensino das grandes capitais. Mas falta ainda planejamento de ensino, de aulas que atendam a essas demandas, sem olhar muito para o estilo Bauhaus. As novas ferramentas, tais como o crowdfunding, estão descentralizando as demandas e possibilitando projetos criativos que conversam mais com a sociedade.

¿Cuál es tu fórmula íntima e ideal de trabajo para ser más efectivo al momento de diseñar?
Não existe uma fórmula específica para resolver um projeto. O que realmente precisamos é reformular o olhar para as questões que fundamentam o início do projeto. Quando a solução não responde às questões que lhe foram pedidas é porque pulou alguma etapa do processo. Então, pesquisar o objeto a ser trabalhado, o universo em que ele está inserido, para qual área ele vai ser deslocado e com quem em especial ele precisa conversar. Identificar nessa etapa modelos, em especial as referências primárias, e não as já prontas, tratadas, elaboradas. Pesquisar é um modo de vida para o designer, olhar para sociedade, pessoas, costumes, valores, o grupo de que participa, os outros grupos, processar esse olhar, desenhar com lápis, com poesia, com gestos.

¿Cuáles son los errores más comunes que cometen algunos diseñadores al momento de encarar un proyecto de diseño?
Considero a etapa de interpretação do briefing a mais crítica. O pedido para um novo projeto não traz todas as referências necessárias para a solução. É necessário permitir mudanças de ambiente, cruzar informações distintas, exercitar repostas para o não óbvio, dividir a produção com outros profissionais. Esse diálogo obriga a pensar no caminho que se está elaborando e que se preocupe sempre com o que se sabe fazer bem. Estudar detalhadamente como será a defesa para o cliente − essa etapa, em muitos casos, é a menos planejada. Produzir a apresentação também é projeto, respeitar a ordem de importância dos assuntos e não ser muito extenso.

¿Qué consejo darías a una persona que está por elegir esta carrera o empezando a trabajar en ella?
Estude bem a profissão. Ela é extensa e complexa, escolha o segmento que naturalmente chama sua atenção e porquê. Identificar as afinidades não significa que se encontrou a solução, mas pode ser uma ferramenta para enfrentar os desafios que realmente vão exigir repostas não programadas. Conviva sempre em grupos que têm afinidades com cinema, literatura, teatro, artes plásticas, poesia − são artes de que o design também participa muito. Faça leituras minuciosas das cenas e tente perceber nos autores como eles vestem os personagens, quais são as combinações ou não combinações de palavras dos poetas, rever e rever aberturas dos créditos e a tipografia aplicada nos títulos dos filmes… Esses exercícios treinam a retina, conectam diálogos, o que com certeza pode mudar a sua forma de abordar esse novo desafio.

Los 5 libros importantes que todo diseñador debe leer:

  • Elementos do Estilo Tipográfico, Robert Bringhurts – Editora CosacNaify
  • O Homem e Seus Signos, Carl G. Yung – Nova Fronteira
  • Designing Typen, Karen Cheng− Yale
  • O Mundo Codificado,Vilém Flusser – Editora CosacNaify
  • Como Criar Tipos: Do Esboço à Tela, Cristóbal Henestrosa, Laura Meseguer e José Sclagione−Editora Estereográfica

Las 5 personas que todo diseñador debe conocer:En mi caso:

  • Rubén Fontana
  • Gustavo Piqueira
  • Isidro Ferrer
  • Robert Bringhurst
  • Herman Zappf

Los 5 preferidos músicos, álbums o canciones que escuchas mientras diseñas:

  • LyleMays
  • Madeleine Peyroux
  • Pat Matheney
  • Paul Desmond
  • Stevie Ray Vaughan

Tu frase motivadora favorita es:
Acredite sempre nas suas forças, mesmo que acredite que elas sejam poucas. Quando estiver muito cansado, aproveite para respirar, avalie seus avanços, conquistas e, ao término, volte a caminhar com firmeza e determinação.

Anuncios

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión / Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión / Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión / Cambiar )

Google+ photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google+. Cerrar sesión / Cambiar )

Conectando a %s