Leonardo “Buggy” A. Costa

el

DISEÑO GRÁFICO // Brasil

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¿Por qué elegiste el diseño como una carrera en tu vida?
Não consigo me lembrar de quando comecei a me interessar por design… Trata-se de uma constante em minha vida.
Quando criança eu fabricava muitos dos meus brinquedos e planejava meticulosamente os letterings que iriam encimar meus desenhos. Sim, praticamente todos os meus desenhos infantis apresentavam letras mirabolantes, quase sempre, copiadas das capas dos quadrinhos.
Vontade e curiosidade logo me apresentaram ao compasso, curva francesa, transferidor, esquadros, canetas nanquim e Letraset. O mundo maravilhoso das ‘cartelas de transfer’ me fazia delirar.
Fechei meu primeiro contrato de prestação de serviço na área aos quinze anos de idade mas, antes disso já trabalhava fazendo cartazes, marcas e zines. Tudo o que me permitisse experimentar aquela maravilhosa combinação de ferramentas era feito.
Hoje posso estar dando aulas, escrevendo um livro, fazendo uma gravura, administrando uma empresa, ou até tocando uma música. Não importa. Acho que apenas sou designer, simples assim.

¿En qué medida tu crees que ser un diseñador latinoamericano te distingue y destaca de otros diseñadores en el mundo?
Boa parte do ano o Sol brilha a cima de nossas cabeças. Sua luz forte nos permite enxergar muitas cores vibrantes. O nosso design reflete essas cores de modo bastante peculiar.
Também o aspecto multicultural de nossas sociedades que preservam traços indígenas misturados, sobretudo, a europeus e africanos se faz presente quando nos expressamos. Nossa origem heterogênea nos favorece pois compartilhamos vários repertórios. Na produção de uma cadeira, um cartaz, uma embalagem, um site, ou qualquer outro artefato, a cara de nosso povo se revela e isso nos distingue.

¿Cómo ves el diseño en tu país?
O Brasil é um país continental de paisagem bastante heterogênea com uma população miscigenada distribuída irregularmente pelo seu território. Esta condição associada a desigualdade social proporciona uma diversidade cultural que permite uma resposta criativa tão diversa quanto se possa imaginar. Tal versatilidade repercute positivamente na produção brasileira de design fazendo com que, em linhas gerais, os argumentos dos projetos aqui produzidos sejam valorosos e inovadores.
A despeito disto, o design não conseguiu firmar-se como fator estratégico de desenvolvimento econômico no Brasil. Este contrassenso deveu-se, provavelmente, a um período de fraca articulação política da categoria recheado por disputas pessoais em torno da promessa de algo que nunca tivemos.
Hoje, passado esse momento, o design brasileiro peleja por espaço dentro das políticas públicas culturais nas esferas federal, estadual e municipal e se ergue novamente com grande promessa. Todavia, é preciso observarmos de perto a educação do designer no Brasil para que nossa voz seja coerente e produtiva.

¿Cuál es tu fórmula íntima e ideal de trabajo para ser más efectivo al momento de diseñar?
É preciso saber aceitar e ter o que dar. Para aceitar, procuro prestar atenção e ouvir bem todas as pessoas envolvidas no projeto. Contratantes, fornecedores, concorrentes (diretos e indiretos) e consumidores (ativos e passivos) devem ser contemplados em nossas proposições. Para ter o que dar, é preciso se permitir viver experiências e tirar bom proveito delas.
Para tudo isto, sensibilidade e bom senso.

¿Cuáles son los errores más comunes que cometen algunos diseñadores al momento de encarar un proyecto de diseño?
Erros, são vários… Eles são parte fundamental do caminho para os acertos. Gosto deles. Não os vejo como problema, desde que saibamos, na medida do possível, controlar o tempo e os termos em que se darão. Mas, posso dizer que um grande mal me preocupa. O preconceito.
Vejo que fazer juízo prévio de algo antes de ter os conhecimentos adequados para tal é frequentemente confundido com know-how por vários colegas e alunos. Essa é uma grande armadilha da qual devemos fugir.

¿Qué consejo darías a una persona que está por elegir esta carrera o empezando a trabajar en ella?
Conselho?!? Oxe! Se jogue! 🙂

Los 5 libros importantes que todo diseñador debe leer:
Não me entendam mal, sou um bibliófilo contumaz. Absolutamente apaixonado por livros. Sobretudo aqueles que tratam de tipografia. Porém, aqui, não indicarei nenhum.
Em tempos de Google, redes sociais e e-books não sinto falta de informação. Sinto falta de tolerância e integridade de caráter. E isto até se pode encontrar nos livros mas, prefiro um caminho mais curto.
Então, sugiro que ao invés de ler cinco livros, vão conhecer cinco pessoas completamente diferentes de vocês. Sentem-se com cada uma delas e levem o tempo que for preciso para rir, chorar ou simplesmente conversar. Atualmente acredito que isto pode fazer um bem maior ao seu design.

Las 5 personas que todo diseñador debe conocer:
Para que também os possam conhecer, só recomendo os vivos a quem conheço. Então, lá vai: J. Borges, Marcos Mello, Claudio Rocha, João Roberto Peixe e Francisco Brennand.

Los 5 preferidos músicos, álbums o canciones que escuchas mientras diseñas:
Sem dúvida a pergunta mais difícil. Enquanto trabalho ouço muita coisa mesmo. Cada projeto pede algo diferente. Então citarei os últimos artistas que ouvi enquanto fazia os projetos mais recentes: Stevie Wonder, The Beach Boys, Coldplay, Jakubi e Lenine.

Tu frase motivadora favorita es:
…tenho essa coisa de frase não! Foi mal.

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