Gustavo Piqueira

el

DISEÑO GRÁFICO // BRASIL

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¿Por qué elegiste el diseño como una carrera en tu vida?
Sempre gostei de desenhar. Produzi diversos fanzines durante a adolescência e queria trabalhar com algo que envolvesse a criação de linguagem visual. Por isso, fui estudar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Rapidamente, porém, descobri não possuir a mínima vocação para arquitetura. Por sorte, na faculdade havia uma gráfica. Troquei, então, as salas de aula por essa gráfica e foi assim que descobri o design.

¿En que medida tu crees que ser un diseñador latinoamericano te distingue y destaca de otros diseñadores en el mundo?
Não creio ser uma questão possível de ser respondida de modo absoluto. Claro, o lugar no qual nasci tem grande influência em quem sou — mesmo neste mundo dito globalizado. Mas acho difícil extender essa influência particular aos demais designers latino americanos, generalizá-la.
De qualquer modo, no meu caso, creio que a total falta de reverência e um senso de humor às vezes um tanto desenfreado devem-se, em muito, à minha origem geográfica.

¿Cómo ves el diseño en tu país?
Num processo constante de consolidação. Mas o caminho a se percorrer ainda é longo.

¿Cuál es tu fórmula íntima e ideal de trabajo para ser más efectivo al momento de diseñar?
Não busco a fórmula ideal. Pelo contrário, gosto que cada trabalho traga consigo uma proposta de metodologia própria. Para mim, essas múltiplas abordagens — tanto de conceitos quanto de processos — estão entre os maiores encantos que encontro em ser um designer gráfico.

¿Cuáles son los errores más comunes que cometen algunos diseñadores al momento de encarar un proyecto de diseño?
Creio ser o fato de não perceberem que design é diálogo. E, como todo bom diálogo, é preciso falar. Mas também é preciso ouvir.

¿Qué consejo darías a una persona que está por elegir esta carrera o empezando a trabajar en ella?
Que tente descobrir, o mais cedo possível, se gosta de fazer design ou de apreciar o que outros designers fazem. Porque são coisas muito diferentes.

Los 5 libros importantes que todo diseñador debe leer:
Compartilho da opinião de Marcel Proust: obras de arte (como bons livros) funcionam como instrumentos ópticos: nos ajudam a ver, em nós mesmos, aquilo que mal enxergamos por conta própria. Logo, a minha lista de livros seria de pouco uso a qualquer outra pessoa. (Mas, eis os livros que mais impacto me causaram: “Em busca do tempo perdido”, Marcel Proust. “Os ensaios”, Michel de Montaigne. “Doutor Fausto” Thomas Mann. “Ilusões Perdidas”, Balzac. )

Las 5 personas que todo diseñador debe conocer:
Um designer deve tentar conhecer o maior número de pessoas possíveis. Vivas e mortas. Reconhecidas ou anônimas. Trabalhamos com valores e matérias-primas que, geralmente, estão muito distantes de nossas próprias referências. Por isso, quanto mais entendermos o mundo ao nosso redor (e as pessoas que o habitam), melhor.

Tu frase motivadora favorita es:
“O objeto de um raciocínio tem menos valor do que o modo de raciocinar.”

—Gustave Flaubert

 

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